Nota prévia: Este post deve ser lido “em brasileiro”, em homenagem à nossa Caty.
A Choca Cátia fez anos há quase uma eternidade, mas o post só agora poderia ser feito visto ser tradição Choca, a do atraso.
Muitos Parabéns pra você, Cátia! Se estivéssemos em uma novela haveria um grande churrasco na favela pra comemorar, ou então um baile…
Passada a fase “Floribela”, quisemos presenteá-la com algumas cenas de novelas famosas da rede Globo. As Chocas esperam que você ame a surpresa e continue falando tão bem “brasileiro” quanto os próprios brasileiros, afinal, existe até a possibilidade de você ter família no Brasil
Da televisão - Andava para pôr este vídeo há séculos para poder dizer: “VOLTA MARKL ESTÁS PERDOADO! Pronto, já está (e soube mesmo bem).
Da música - Agora, uma coisa bonita. Espero que o Senhor okkohartt continue. Quanto aos Stars: é tão bom ouvir assim.
Dos concertos - Aqui conto quase tudo. Foram fantásticos, excelentes, surpreendentes (isto é o que não podia dizer mais ali atrás
Dos livros - Doris Lessing tem estado à cabeceira ,enquanto Media Públicos e Cidadania, Ética e Deontologia da Comunicação ou outra disciplina qualquer não lhe tira o lugar de vez… às vezes dá vontade não ter ética nenhuma…
“Levantei-me, pois tínhamos chegado a Notting Hill Gale, e seguida pelos sorrisos e vénias de saudação amistosa das pessoas atrás de mim, dirigi-me para a plataforma, subi a escada rolante, cheguei à rua e meti-me pelo parque adiante.
Sem coração. Sem nenhum coração. Que bem-aventurança! Que liberdade!…
Ouves este som? É o som do riso, sim.
Sou eu a rir, sim, sou eu.”
in “Um homem e duas mulheres”, Doris Lessing
Da escrita - Graças ao novo, a estrear (ainda brilha e tudo)acordo ortográfico, posso escrever “atualizar” sem o “-c” e “batizado” sem o “-p”. Fico muito agradecida por isso, chateava-me desde sempre ter que os escrever. Quanto às restantes alterações, já não sei se vou gostar tanto… tenho que me atualizar, como fazem os pc’s…
Da Páscoa - Sexta-feira lá consegui ir até Braga ver uma das procissões, a “Procissão do Enterro do Senhor”. Vi também a Olga a passear (eu sei…já não há privacidade…
“High and Dry” foi o segundo single do álbum “The Bends”, dos Radiohead, que saiu em 1995. Não é exactamente uma novidade, no entanto, tenho-a ouvido vezes sem conta. A culpa é da guitarra.
Two jumps in a week
I bet you think that’s pretty clever don’t you boy?
Flying on your motorcycle,
Watching all the ground beneath you drop
You’d kill yourself for recognition,
Kill yourself to never ever stop
You broke another mirror,
You’re turning into something you are not
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Drying up in conversation,
You will be the one who cannot talk
All your insides fall to pieces,
You just sit there wishing you could still make love
They’re the ones who’ll hate you
When you think you’ve got the world all sussed out
They’re the ones who’ll spit at you,
You will be the one screaming out
Don’t leave me high, don’t leave me dry
Don’t leave me high, don’t leave me dry
It’s the best thing that you ever had,
The best thing that you ever, ever had
It’s the best thing that you ever had,
The best thing you ever had has gone away
Como já vem sendo hábito o post a desejar feliz aniversário a uma choca ser atrasado, este não é excepção!!!
Passado já mais de um mês do aniversário da Salomé, vulgo fotochoca, aqui ficam os nossos Parabéns!!! Como se costuma dizer, “Mais vale tarde do que nunca”.
Quanto à música que te dedicamos, esta não poderia deixar de ser do David Fonseca e a escolha recaiu na “Who are You”, porque alguém durante um certo concerto disse: “Esta é dedicada a mim ;-)”.
“I dream in colours”. Ao som destas palavras todo o público voltou a atenção para o centro da maravilhosa sala do Theatro Circo, subitamente iluminada por um mar de flashes. Durante o concerto ninguém conteve o entusiasmo. Foi fantástico fazer parte deste público bracarense que não se contentou em bater o pé ao som das músicas, mas que se levantou na primeira oportunidade, saltou e bateu palmas de forma eufórica. As Chocas (Olga, Margarida, Sara Barbosa, Sara Dias, Salomé) estavam lá e, galhofeiras como são, não pararam durante um segundo.
O concerto foi memorável. Queremos mais assim, cheios de histórias contadas por um David Fonseca genuíno que nos faz rir, que transforma a sala num planetário com uma bola de espelhos, que nos leva para os 80’s de quando nascemos e que, no final nos diz: “Ah! As Chocas! Já podiam ter dito!”, “Vocês nunca estão todas!”
Mas não foi só o David Fonseca que deu cor à noite de 16 de Fevereiro. A Rita Redshoes fez a abertura do espetáculo, uma abertura feita de seis canções (que souberam a pouco, devo dizê-lo!), que farão parte do albúm ”Golden Era”, a sair em Março.
Quando as luzes do palco se apagaram só vi a Olga pronta a entrevistar a menina dos sapatos vermelhos, numa conversa animada e com lugar para bastantes gargalhadas e a outra Rita, a nossa Rita, a “roubar” um alinhamento…