Sanguinho bom

Março 20, 2007

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Em dia de recolha de sangue na Universidade do Minho deixei o meu sangue quietinho e quentinho.

Como jovem altruísta, deveria ter participado nesta iniciativa humanitária que, como sempre, decorreu no pavilhão desportivo com um lanchinho no fim. Mas não. Tive medo que o meu sangue não estivesse bom para esta operação, novamente…

Depois de uma questiúncula com os níveis de hemoglobina na minha primeira tentativa dadeira de sangue nunca mais fui a mesma. Foi no final do primeiro semestre deste ano lectivo. As minhas penas de choca ficaram eriçadas quando ouvi a enfermeira dizer que os meus níveis de hemoglobina “eram fraquinhos”.

Por isso, cara comunidade choquiana, cuidado com o vosso ferro. Muito feijão e assim dessas coisas para que possam contribuir para enriquecer as reservas de sangue do país. E, se mesmo sem ferro se sentirem tentadas em  aparecer numa nova iniciativa sanguinária, olhem que o lanche é só pa quem enche um saquinho de glóbulos e plaquetas e afins.


Eu permito, tu permites, o Nossa primite!

Março 20, 2007

É verdade, o Nossa primite. Por diversas vezes já o afirmou. Não acreditam? Basta ouvir uns cinco minutos da aula de Geografia Humana para perceber a primição do nosso Nossa.

Tentámos perceber a origem de tal termo. Concluímos que primitir resulta de alguma coisa imbricada com outra coisa qualquer, cujo resultado é isso mesmo – um pontapé na gramática.

Ai ai…